CMIN Summit 2021 debate saúde materno-infantil

CMIN Summit 2021 debate saúde materno-infantil

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Realiza-se nos dias 13, 14 e 15 de outubro, o CMIN Summit 2021 debate a Saúde Materno-Infantil com um painel de excelência. O congresso decorre no anfiteatro do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, numa organização do Centro Materno Infantil do Norte. Este evento pretende ser uma reflexão sobre “Nascer e Crescer no século XXI” e vai juntar anteriores e atuais decisores políticos e responsáveis da área de saúde materna em Portugal e na Europa.

CMIN Summit 2021 com painel de excelência para debater saúde materno-infantil

O Atlas da Saúde destaca que a sessão de abertura tem início marcado para as 16h do dia 14 outubro. Chrysoula Zacharopoulou, da Comissão dos Direitos das Mulheres e da Igualdade dos Géneros no Parlamento Europeu, vai abrir a sessão sobre o tema “Maternidade e Direitos da Mulher”. A vice-presidente desta Comissão, para além de política, é também ginecologista, tendo centrado a sua atividade na junção das duas áreas.

Hélder Pacheco dará uma perspetiva histórica do que é “Nascer e Crescer Saudável” seguindo-se Henrique Barros com o tema “Coorte de Nascimento”. Para encerramento de sessão, haverá um painel de discussão que contará com a atual Ministra da Saúde, Marta Temido, e duas antecessoras, Maria Belém e Ana Jorge. Esta mesa contará também com o médico Manuel Pizarro.

Com o propósito de abranger os temas mais importantes das várias áreas da Saúde Materno-Infantil, o CMIN Summit’21 prolonga-se por três dias. Dessa forma, cada um dos três dias é dedicado a uma área específica: Pediatria, Ginecologia-Obstetrícia e Enfermagem.

O diretor do Centro Materno Infantil do Norte e chairman do CMIN Summit’21 recorda que “a promoção da Saúde Materno-Infantil assume, cada vez mais, um papel primordial no desenvolvimento da nossa sociedade”. “E este século trouxe-nos novos paradigmas e novos desafios daí termos dedicado a esta temática”, explica. Para Caldas Afonso, “um dos principais desafios com que nos deparamos, está relacionado com o nascimento cada vez mais tardio do primeiro filho”, salientado que “se nada se alterar, a projeção para 2050 aponta para um total de 5 milhões de portugueses. Perante os atuais índices de fertilidade das mulheres portuguesas, o nosso país enfrenta uma situação de rotura geracional, muito difícil de corrigir. Este é seguramente o maior desafio com que se confronta a nossa sociedade”.

“Tudo isto articulado com a missão fulcral de minimizar os efeitos indiretos da pandemia COVID-19. Esses efeitos indiretos da pandemia nos jovens são assustadores e devem ser debatidos pois apesar de serem os menos percetíveis e abordados, vão ter um impacto muito maior que os diretos”, refere o também chairman do CMIN Summit’21

Todo o programa o CMIN Summit 2021 e do debate sobre Saúde Materno-Infantil está disponível através do site: https://cminsummit.pt